Show de bola, vamos lá pessoal inclusive, se vocês tem conta no Twitter aí, eu não sei quem tem tem acompanhado nas últimas duas semanas uma discussão sobre inteligência artificial quem aí tá por dentro? só dá uma levantadinha de mão só pra eu ver quem tá com câmera aí quem tá acompanhando, tá sabendo o que tá acontecendo acho que tem gente até dirigindo ali pelo que eu tô vendo tem alguém acompanhando? deixa eu ver, mudar pra página 2 acontecendo. Acho que tem gente até dirigindo ali pelo que eu tô vendo, né? Tem alguém acompanhando? Acho que deixa eu ver, mudar pra página 2. Alguém tá sabendo que tá acontecendo a discussão das redes sociais sobre inteligência artificial relativa à tecnologia? Ou melhor, coloque no chat ali, que eu acho que não consigo ver todo mundo aqui. Bom, então tá todo mundo bem, né? Vocês estão trabalhando mesmo, não estão acompanhando a rede social. Isso aí. Em vez de procurar treta, melhor ficar off mesmo. Show de bola. Bom, a gente está nessa nova era agora de inteligências artificiais, chat, EPT, BARD, vários modelos, inclusive tem alguém aqui que trabalha com machine learning, ou na área de inteligência artificial, deixa eu saber aí no chat, talvez tenha alguém aqui trabalhando com isso, e vem muito um pensamento que alguns alunos até já perguntaram pessoalmente o que eu acho sobre, e eu acho que na cabeça de todo mundo acaba passando esse questionamento. Será que um dia, ou será que num dia não muito distante, IA vai substituir o nosso trabalho? O que vocês veem sobre isso? A gente tem várias dessas tecnologias, não muito distante, e A vai substituir o nosso trabalho? O que vocês veem sobre isso? A gente tem várias dessas tecnologias, a gente sabe que algumas profissões podem estar bem perto de serem substituídas, não totalmente, mas uma boa parte delas, por essas inteligências, mas e o tal do desenvolvedor, desenvolvedora? O que vocês acham sobre isso? Eu queria a opinião de vocês, depois a gente vai conversar mais, mas pense que a gente tem aí co-pilot, essas tecnologias vindo, tecnologias até que conseguem fazer sistemas, será que de algum certo modo, não toda profissão, mas algumas áreas da tecnologia serão abstraídas? A gente corre o risco de perder o nosso emprego? Vocês podem abrir o microfone e ficar à vontade para falar. Quero ouvir a opinião de vocês. A gente faz coisas tão específicas todos os dias. Eu acho muito difícil um IA conseguir fazer o que a maioria de nós fazemos, né? Eu estava... Essa semana eu assisti a entrevista lá do Mbogadat e ele pensa bem ao contrário disso aí. Uma das coisas que ele fala é que a gente não deveria ensinar a inteligência artificial a programar. Esse é um dos primeiros erros que ele fala é que a gente não deveria ensinar a inteligência artificial a programar. Esse é um dos primeiros erros que ele cita. Tiago, antes de você continuar, mas o que você, Jada, o que você acha? A sua opinião pessoal sobre isso? Eu acho que sim. Ela, provavelmente, daqui a alguns anos, ela vai se especializar e vai estar codificando melhor que um ser humano ok, beleza vai lá Tiago eu acho o seguinte vai substituir eu acho que não vai ter o que fazer não isso aí, daqui a um tempinho a gente vai substituir eu uso muito o Copilot hoje também, uso também as coisas da OpenAI, então eu faço automações, então hoje eu substituo muita gente fazendo automações, então isso não quer dizer que eu também não vá ser substituído, e aí o negócio é eu me atualizar e conseguir ter tempo para fazer outras coisas que eu tenho um computador pra fazer, eu acho isso Ah, ok Quem mais se habilita? Pode ficar, não precisa ficar com vergonha não pessoal, pode mandar ver Assim, eu penso em partes eu também faço algumas automações e programas muitos sistemas que eu faço acabam me ajudando, principalmente para fazer tipagem, que eu acho que é algo muito chato. Então, a gente já sabe o que fazer, já sabe que é algo simples. Então, você joga lá para a IA, você joga o objeto, você fala tipa para mim e já interfere ali para você tudo, já tipa. Então, eu acho que... não acredito que vá nos substituir, mas eu acredito que vai agregar muito no nosso trabalho, fazendo com que coisas bestas que, no dia a dia, a gente acaba perdendo um tempo, ela nos ajude, e isso vai ser muito mais rápido. Beleza. Leonel Fraga. Opa, boa noite. Eu tenho duas visões o meu lado, digamos que da teoria da conspiração acredita que sim que é possível, mas no futuro um pouquinho distante, porque acredita que ainda tem muita coisa, por mais que por exemplo recentemente a gente teve uma evolução do chat.pt e trouxe muito progresso na área de processamento generalista porém, mesmo dentro do processamento generalista, a gente vê muitas aplicações especialistas. Esses dias eu vi uma aplicação do conceito do chat IPT para poder resolver problemas em Kubernetes, tipo um suporte. Então, hoje, nesse modelo atual que eu vejo, até talvez para os próximos 10 anos, eu vejo que até talvez para os próximos 10 anos aí vai, eu vejo que vai ser uma ótima ferramenta de suporte ao desenvolvimento, não ao dev, mas ao desenvolvimento como um todo, todo ciclo. Um tempo atrás eu estava trabalhando com um pessoal de produtos e eles me mandaram um requisito que não estava muito claro, um ticket. Eu fui lá, coloquei no chat e perguntei, falei, me explica melhor. Me deu os exemplos de casos de uso e os problemas dessa abordagem. Comecei a conversar. Voltei com um texto para a PO, e ela falou, nossa, muito boa essas dúvidas que você levantou. Falei, não, não fui eu, foi o chefe. Aí ela começou a utilizar ele também pra auxiliar ela a escrever histórias. Então, assim, eu vejo que ela, hoje o que a gente tem é uma ótima ferramenta de suporte no futuro, mais distante, eu acredito que sim, que pode acontecer, mas eu acho que ainda tá longe ainda. Ah, beleza, beleza. Eu acho que o Andrew já foi, né, Leona, dar a baixada de mãozinha dele aí só pra gente poder controlar aqui. Gabriel Ferraz é o próximo. Opa, eu acho que eu posso dar os meus 5 centavos em relação a essa polêmica. Então, eu acredito que o chat GPT, GitHub Copilot, todas essas ferramentas daí realmente dão um ótimo suporte, mas, sinceramente, é uma coisa que a gente precisa ter cuidado, porque, eu não sei se é muito recente, mas, se eu não me engano, tem um artigo que foi lançado pelo professor, acho que é Raymond Pease, da Universidade de Nova York, junto com alguns colegas, que ele basicamente fez um estudo voltado mais para a área da inteligência artificial, utilizando o Copilot para tentar medir o quão seguro que era o código dele. Ou seja, todo mundo sabe que o Copilot, ele meio que utiliza meio que o modelo do GPT-3 por baixo dos panos, ou seja, ele vai te dar a resposta mais provável, que foi mais utilizada durante o treinamento. E foi constatado que, embora o que ele escrevesse resolvesse os problemas de código que ele gerasse, eles ainda eram eram de forma técnica não muito bons para a segurança. Eles eram constatados que eles pegavam muitas, acho que é CWE, acho que é Common Weakness Enumeration, por exemplo, SQL Injection, dentre outras. Então, eu acredito que o que está acontecendo é que as inteligências artificiais estão melhorando e elas estão cada vez mais se especializando. Ou seja, elas ainda não são exatamente totalmente seguras para resolver problemas muito complexos e muito sensíveis, mas elas têm evoluído de uma forma que elas estão cada vez mais se especializando. Então, eu acredito que elas são uma ótima ferramenta de suporte, mas a atuação de um desenvolvedor que ainda tenha consciência, ainda é necessária. Beleza, show de bola. Fernando Gotti. Olá, sobre esse tema, se vai substituir ou não, né, tirando segurança e chances fáceis. Sinceramente, eu acho uma besteira essa discussão. É a mesma coisa se discutir que o computador ia acabar com o trabalho dos datilógrafos. E acabou. Agora tem um monte de gente que trabalha dando manutenção no computador, criando patch no computador, criando programa no computador, e a mesma coisa vai acontecer com a inteligência. Enquanto tem lá o robozinho dirigindo o seu carro, você vai fazer outra coisa dentro do carro. Vai ter uma rotação de profissão. Então, um monte de gente que vai ser substituída pela inteligência artificial vai começar a exercer outras funções. E eu acho que isso é essencial pra humanidade ir pra frente, na minha opinião. Em vez de gastar tempo fazendo algo que já tem uma solução pronta, algo que já faz pra você, você vai criar novas coisas, você vai procurar outras coisas pra fazer e vai seguir. Eu acho que é um medo, uma besteira, um medo desse. Lógico, ah, vai ter gente que vai usar inteligência artificial pro mal, vai ter gente que vai criar um míssel. Isso faz com qualquer coisa. Quem quer fazer besteira faz com qualquer coisa. Independente de ter ou não. A questão de segurança é a mesma coisa. Vaza. Todo ano sai aí alguma lista de dados do governo que vaza com dados de todo mundo que tem no país, algum órgão, alguma empresa deixa vazar. Tem em todo canto isso daí. Eu acho que o pessoal tá no hype, o pessoal está jogando muita coisa. Eu acho que sim, é o futuro. Vai facilitar pra caramba. Vai acabar com um monte de emprego e vai criar um monte mais de emprego. Já vi muita gente falando, tem agora a profissão de criar prompt. Você cria lá as palavras para a inteligência criar a imagem que você quer. Porque não basta você falar, cria isso para mim. Você tem que saber como colocar as palavras, que palavra tem um impacto, que vai fazer você sair mais perto daquilo que você quer. Então vai acabar aparecendo, vai aparecer um monte de profissão nova, um monte de gente focada especialmente para IA, que até então não existia esse mercado. É que nem Bitcoin. Até o Bitcoin aparecer não existia esse mercado. É que nem Bitcoin. Até o Bitcoin aparecer, não existia nada. Apareceu o Bitcoin, apareceu um monte de profissão de gente trabalhando com o Bitcoin, um monte de coisa nova pra fazer com o Bitcoin. Os bons vão ficar, os ruins vão sair, as coisas que não dão certo vão indo, vão limpando, e esse é o futuro, na minha opinião. Agora, se vai ficar ou não vai, acho besteira, vai ficar ou não vai, acho besteira. Vai ficar, vai acabar assim com um monte de emprego, vai criar um monte mais de emprego e a chance, aquele que surfar e conseguir ir bem nessa onda, vai se dar bem. E o programador? A pergunta é, o programador, o que você acha? Vai substituir ou não vai? Depende. O que? Programador de tela? Possível vai. O cara que só fica fazendo tela. o que? Programador de tela? O possível vai, o cara que só fica fazendo tela. Agora, se vai fazer... Por exemplo, tem um problema onde eu trabalho mesmo, trabalho muito em startup. Você não faz aquele planejamento todo, toda aquela coisa. É na correria, no dia a dia, por exemplo. Eu não acho que a inteligência oficial vai conseguir lidar, sei lá, com um esquema de agência que chega hoje, faz, daqui a pouco muda, daqui a pouco muda de novo, muda de novo. Agora, se é pra fazer uma coisinha rapidinha ali, ou pra sair um esquema, eu acho que ele vai fazer a primeira parte. Ele vai fazer, vai te apresentar um template, uma coisa legal, e você fala, mas muda aqui, muda ali, arruma isso,, daí vai sair alguma coisa. Tá. O Lucas Marques mandou uma coisa no chat que eu achei interessante ali, ele falou assim, ó, quem programa a IA e programa a tela? Ou seja, quem programa a IA e programa a tela? Você pensou nisso, né? Aquele paradoxo. Porque se tem uma IA, mas e aí tem a discussão dessas últimas duas semanas, estão dizendo que essas IAs já têm consciência. Então, partindo-se do pressuposto que a IA poderia gerar uma outra IA. Será? Seria possível já fazer uma situação dessa? Ou seria a teoria da conspiração? Então, vou deixar no questionamento aí pra vocês darem opinião Marcelo Paz opa, acho que assim transformar vai transformar com certeza, eu acho que não tem como acabar ou não acabar, aí depende muito da definição do que é programar não posso hoje, eu uso isso todo dia acho que é excelente pra gerar texto pra destra Hoje, eu uso isso todo dia, tipo assim, acho que é excelente para gerar texto, para destravar, para fazer um overview, para gerar você explorar uma tecnologia que você não conhece, mas assim, ele está muito longe de fazer o que eu quero. Tipo assim, gera isso aqui para mim, ele gera errado, ele diz isso aqui não funciona, falta um pedaço, aí você lê o código, pô, não é isso. E você fica brigando com o prompt pra conseguir fazer algumas coisas básicas. Então, acho que tá bem longe, né? Tem que evoluir muito pra fazer o que eu, como programador, queria. Pra me substituir, tipo, nessa função, falta, então, assim, demais. Agora, e tem outra coisa, né? Que eu acho que o pessoal também não vê muito. Acho que a melhor forma hoje de você dizer exatamente o que você quer é por código, por uma máquina. Então, assim, a linguagem natural sempre vai ter ambiguidade, ela sempre vai ter as mesmas ambiguidades que a gente sofre para escrever código. E isso vai continuar. Então, assim, vai continuar assim. Você pode ter uma entrevista a todo mundo, que crie um processo, não vai chegar um cara, um dono de empresa, Você pode ter uma que vá, entrevista todo mundo, que crie um processo. Não vai chegar um cara, um dono de empresa, chegar para falar para uma inteligência artificial, tipo, eu criei um sistema de contabilidade, vai sair um sistema de contabilidade. Isso é uma coisa que está muito... Você acha que isso não vai ser possível um dia? Cara, pode ser possível um dia, mas aquela parada. A empresa perde a função. A inteligência artificial vai acabar com aquela empresa de contabilidade nem com a função uma pessoa sozinha tem todo o conhecimento que ela precisa para passar para alguém fazer o que já não é a realidade quase todos os processos que a gente vive eu não vejo isso acontecendo a inteligência artificial tem aquele modelo treinado que está na internet mas ela está longe de saber o que acontece dentro de uma empresa ela nem tem essa informação dentro dela. Show, beleza. Gustavo França. É um ponto ali que o colega acabou de comentar, a IA não consegue gerar informações que ela não conhece, ela gera ali informações com base do que ela já viu. Então, se ela não foi treinada com coisas de contabilidade, ela não vai conseguir fazer nada sobre contabilidade. E até outro ponto ali sobre uma IA gerar outra IA. Não tem como, porque a IA só conhece aqueles dados que ela foi treinada. Então, ela só poderia gerar uma IA com os mesmos dados que ela já tem. Então, não geraria uma IA melhor ou mais poderosa. Seria meio que a mesma coisa, sabe? Ia manter o mesmo nível. E até sobre, respondendo a pergunta de substituir o programador, acredito que não vai substituir completamente, mas vai ser meio que um suporte mesmo, né? Que a função de programador tem muito de, como o colega ali falou também, de a gente tem que passar como na linguagem de programação, de forma muito específica o processo que vai acontecer ali, né? E se esse processo for algo novo, aí A não vai saber. E até outro ponto também que eu acho legal sobre A, é que ela não pensa de forma lógica, né? Ela gera os dados com base no treinamento dela alguém algum dia disse que 2 mais 2 é 4 mas ela não faz o cálculo de 2 mais 2 em vez de não, é 4 é 4 mesmo por causa disso alguém disse pra ela é 4, então é 4 ela só aceita, é mais nesse sentido beleza esse ponto de vista, depois quando a gente fizer a conclusão você e o, quem que foi? o Marcelo falaram, esses são dois pontos importantes, né a IA, ela não sabe que 2 mais 2 é igual a 4 ela não sabe, ela não tem essa consciência ainda a gente não tem esse modelo a gente não tem esse modelo ela vai trabalhar sempre com uma base, que ela é treinada, pode ser uma base com trilhões de dados, sim, mas ela é ensinada daquela forma. daquele contexto, ela vai tentar usar algum modelo matemático pra tentar te dar alguma resposta e muitas vezes é estranho. Vocês podem perceber que às vezes a gente usa o chat APT ali, ele tenta gerar um texto e fica um pouco esquisito, provavelmente ele não tem aquelas informações, mas ele usou algum modelo pra tentar te dar alguma resposta no final das contas. Show de bola. Caio, Caio. Caio com K. Não sei se eu tô com Caio aqui. Cara, eu tava vendo até algum... Pessoal do YouTube também falando sobre isso, né? Se o programador vai ser substituível ou não. Eu acho que não. Ser humano não é substituível. A gente, toda tecnologia que sai, sempre tem aquela velha história. Eu acho que eu concordo bastante com alguns que já falou aí, que vai apenas criar novas tecnologias, vai mudar um paradigma, que é a dor do crescimento, que eu acho super essencial, e isso que é que trouxe o ser humano até aqui, até hoje, entendeu? E o único ponto é o seguinte, que eu vejo na questão de vai substituir alguns programadores, digitadores de código sim, programadores jamais entendeu? porque a capacidade de digitar código e de criar sistemas são diferentes entendeu? A IA digita código do mesmo jeito que alguns que falaram antes de mim que ele não entende certos contextos não consegue interpretar, realmente não entende eu estou usando já faz mais de um mês para estudar, entendeu? eu fiz um desafio de aprender um idioma aleatório lá pela IA e a falta de contexto e de entendimento daquilo ela basicamente terceiriza aquilo, ela condepta que tem uma base que ela consulta e ela simplesmente repassa, ela não te entende direito o que você quer, entendeu? E eu vi alguns pontos desses e questão de auxílio. Eu acho que ele vai ser um ótimo professor e um ótimo aluno também para você aprender as coisas através dela. Coisas de interpretação, questões de interpretação de texto, que a gente aprende na escola, mas a gente meio que não liga. Traduções para idiomas, verificações de códigos pequenos. Faz parte, isso é ótimo. As aulas mesmo, eu pego meu resumo, passo pela IA e falo, e aí, tem alguma coisa errada, eu escrevi alguma coisa errada, que não faz sentido. O cara corrige, vai lá, marca os pontos e fala, dá opinião, só que é opinião muito seca, sabe? Opinião muito travada, não tem aquela gesticulação, principalmente do brasileiro em geral, entendeu? que a gente tenta deixar o texto um pouco mais como se diz, mais carismática e assim, a gente trabalha com TI, a gente não pode ter medo de TI de tecnologia, a gente tem que gostar vem uma coisa nova, cara, a gente tem que estar soltando foguete é o próximo passo da evolução entendeu? agora a gente chegou no ponto que tá surgindo tecnologias que vão substituir provavelmente o jeito que a gente faz pesquisa no Google hoje. E isso é sensacional pra nossa área, entendeu? Quer dizer que a gente tá evoluindo. Sempre vai passar por aquele circo de negação que não, que vai tomar os empregos tudo, que é ruim, que é isso, que é aquilo. Mas totalmente parte. E lembrando que a gente está no Brasil em 2023 e tem assessorista elevador até hoje, tá? Só para lembrar. Estou de bola, maravilha. Daniel Agostinho. Opa, vamos lá. Sobre a questão de substituir o programador, eu acho que ele vai substituir a forma, a paradigma de programar, né? Por exemplo, hoje você digita código, amanhã talvez o que é o conceito de programar não seria digitar código, mas seria uma outra forma ou uma ferramenta. Hoje a gente usamos, sei lá, você tem uma linguagem, você digita o código, ela vai gerar uma instrução para você e vai ser executada. Amanhã pode ser o quê? Você falar para a IA, ela vai gerar isso para você depois ela pode sei lá, usar a software de observatório para fazer isso para você tipo, acho que o conceito de programar vai ser mudado, ou seja, hoje codamos amanhã pode ser codamos via chat para o manhã depois o que? pode ser vai surgir novas funções e a questão da IA não desenvolver outra IA, eu acho que ela vai chegar a um ponto, vai conseguir sim desenvolver outra IA, não sei, talvez o algoritmo que você utilizar, a tentativa IA, não sei, pode ser, eu acho que conseguir desenvolver uma outra IA e eu acho que a possibilidade, acho que sempre vai ter a possibilidade. Então, nunca, acho que você pode bater o martelo e falar que não vai. Sei lá, antigamente você acha que poderia escutar uma música, sair o som de uma caixa? Não, mas conseguiu sair o som de uma caixa. Antigamente você ia pensar que poderia voar? Não, você consegue voar no avião. Ah, pensar que pude um foguete pra chegar na lua não, conseguimos chegar na lua então eu acredito que sim pode chegar a desenvolver alguma piada que eu sei que o programador pode ser mudado, mas sempre vai existir show, maravilha maravilha Katson Bastos não estamos te ouvindo tá escutando? agora sim opa, opa Não estamos te ouvindo. Tá estando? Agora sim. Opa, opa. Eu ouvi direitinho, né? Espero não ser muito polêmico, não vai ser a intenção, mas assim, se vai substituir, eu penso sinceramente que não tem muito como a gente dizer isso sem levar em conta várias questões, como, por exemplo, substituir em 10 anos, em 100 anos, em 500 anos. É difícil essas previsões, porque na maioria das vezes que a gente, pessoas comuns como nós, a gente faz isso, na maioria das vezes a gente está equivocado. E acho que tem que ter um cuidado aí, porque assim como a IA, a gente leva em conta dados, e a nossa experiência, para sair com essas afirmações. E pensando no que a gente tem agora, é o GPT que, por sua vez, é cheio de falhas. Mas como que vai ser o GPT-10? Como vai ser o GPT-20? mas como vai ser o GPT-10, como vai ser o GPT-20? E agora, tentando responder a pergunta, eu penso que sim, substituirá, talvez por partes, no que antes a gente precisava em várias etapas de substituição, no que antes a gente precisava de um time, de repente com o GPT-7, a gente possa precisar só de uma pessoa desenvolvedora, e aí essa pessoa pode saber o mínimo de cada pedaço da aplicação, e servindo meio que como um guia, e tem de cada ponto ali, programação, teste, deploy, provisionar infra, e a respeito disso tem vários testes que a galera está fazendo com sistemas multiagentes, são sistemas especialistas, então você tem uma IA que é especializada em testes, outra IA que é responsável por desenvolver, a outra recebe um ticket e uma chama a outra e elas vão se monitorando e vão corrigindo o resgote put uma da outra. Acredito que isso possa ser uma realidade no futuro, dependendo do que a gente tem aí de GPT, a galera já está fazendo um teste com isso. Acho que a gente tem que levar em conta assim, uma IA, o chat GPT, ele é nada mais do que é um conglomerado de probabilidades e regras. Então, dito isso, e com outras questões de IA, aqui a gente tem transferência de aprendizado, a gente tem a IA podendo treinar a si mesma, no que hoje a gente faz o retreino de um modelo de machine learning, de repente a IA pode se treinar ou ela se retreina e ela se transfere para uma outra IA, de repente isso pode ser possível também. E eu super acredito que um dia a gente vai ter isso. Em base na minha experiência, trabalho com ciência de dados, embora o que eu faço é, obviamente, 0,001% do que a gente tem nessas grandes aplicações, mas acho que dá para a gente projetar. O que é triste, porque sempre que a gente tem essas aplicações, mas assim, acho que dá pra gente projetar, sabe? O que é triste, né? Porque sempre que a gente tem essas revoluções, a gente tem muita mudança nos empregos, muitas pessoas perdem emprego, e isso se retransforma, né? Muitos empregos também são gerados, mas a gente tem que levar em consideração também que muitas pessoas perdem emprego. E acho que a gente tem que ter muita consciência na hora de discutir essas coisas. Beleza. Tô achando, Katzson, que você tá trabalhando em algum projeto secreto que está testando alguma coisa nesse sentido, viu? Gostaria, mas infelizmente não tenho essa skill ainda. Tá, show de bola. Domingos Coelho bom, boa noite pra todos eu acredito que várias profissões, sim, vão acabar com o avanço da tecnologia assim como muitas já acabaram como um ajudante de iluminação pública por exemplo, que todo dia, fim da tarde passava, como um ajudante de iluminação pública, por exemplo, que todo dia, fim da tarde, passava ligando os postos de iluminação na rua e todo dia de manhã passava desligando. Hoje não existe mais. Algumas profissões foram adaptadas como telefonista. A gente não ligava direto para uma pessoa, ligava para o telefonista, o telefonista estava lá, vou te encaminhar para o telefone do fulano. Hoje, essa parte não tem mais, mas ainda tem telefonista para outras coisas. Mas eu acredito que a parte de desenvolvedor em si não acabe. Mas eu vou discorrer um pouco. Algumas coisas, sim, vão acabar, mas outras não. Por exemplo, para sistemas que são basicamente crude, sistemas simples, sem muita complexidade, cara, hoje já não precisa de programador. Um no-code aí resolve várias situações. Eu trabalho numa empresa de desenvolvimento de sistemas e alguns sistemas internos, os próprios usuários lá que não são da área de tecnologia, usando no-code resolve resolvem o problema deles sem precisar que um programador seja destacado para fazer isso. Então, eles mesmo hoje já resolvem isso. Eu posso chamar mais simples. Então, o que eu penso? Sistemas como o Copilot ou o Code Whisperer da Amazon, eles ajudam, mas eles não fazem o trabalho. Eles precisam de que quem esteja usando essas ferramentas saiba o que elas estão fazendo. É muito diferente um desenvolvedor júnior usar um Copilot do que um desenvolvedor sênior usando um Copilot. Às vezes o júnior só aceita o que o Copilot fez e passa para frente. E às vezes não é o que ele precisava. Ele ainda não tem, às vezes, como avaliar aquele código que foi gerado. Já o sênior vai olhar assim, não, espera lá, esse código aqui não faz sentido para essa situação. Então, um sistema muito específico, acredito que ainda vai sim precisar de desenvolvedor por muito tempo. Então, as IAs, elas sempre vão melhorando. Se a gente olhar quanto tempo que a gente tem o chat GPT, pouco tempo. E ele trouxe uma revolução que a gente não imaginava. Mas, ainda assim, precisa de um fator humano. Então, eu acredito que esses desenvolvedores não vão acabar, mas que vão precisar se adaptar e usar essa inteligência artificial como ferramenta. Ou seja, ela vai aumentar, vamos botar a produtividade, vai aumentar a produtividade ao trabalho de quem trabalha com TI. Antes o programador, não, eu só programo o back-end. Não, eu só programo o front-end. Não, eu só faço a infraestrutura, só trabalho com... Com essas ferramentas, você vai poder fazer muito mais coisa, ou seja, vai aumentar o trabalho de quem mexe com isso, tendo esses vários assistentes para automatizar várias coisas. Então, uma pessoa que atendia uma demanda específica, ela vai atender várias demandas, com a ajuda da inteligência artificial, dessas ferramentas. Então, assim, eu acho que a profissão de desenvolvedor não acaba, mas vai diminuir, sim. O filtro vai ser maior, porque para sistemas simples, hoje já não precisa. Então, quem quer seguir a carreira de provedor vai ter que se especializar cada vez mais e atender sistemas mais complexos, aí eu acho que a inteligência artificial vai demorar um pouquinho ainda para chegar lá, mas que as pessoas têm que usar a inteligência artificial como ferramenta, que é o que precisa hoje, já para não ficar tão obsoleto assim. É o que eu penso. Beleza. Será que vai chegar algum dia que o Júnior chega, pede para o Chat EPT ajudar e a gente fala assim, não, não vou fazer o Code Review não, porque o Chat EPT já fez a revisão e você simplesmente aprova, será? Seria possível? Não sei, quem sabe, né? Gustavo Andrade. Opa, tudo bem? Então, eu vou ser bem breve, eu concordo com boa parte que o pessoal falou, mas eu acho que a gente usa pelo menos a mídia que foi pass acho que a gente usa assim pelo menos a mídia assim que foi passado a gente usa muito mal assim o conceito de IA o que a gente tá vendo aí não é muito bem IA que o leigo assim na hora que entende assim na hora que pensa IA em alguma coisa inteligente, consegue pensar, consegue evoluir por conta própria, e não é muito bem isso. O que a gente tem agora são conceitos que tem na computação, e já tem décadas. O que mudou para agora e para o que tinha antes é que agora a gente tem hardware potente o suficiente para conseguir computar os algoritmos e a quantidade de o volume de informações para conseguir usar de uma maneira que traga benefício, que seja economicamente viável. E a gente também aprimorou esses algoritmos para pensar, mas eles são ainda... Se você ver essas IAs que existem, elas são todas focadas em contextos específicos, elas não conseguem aprender coisas por conta própria. Então, enquanto não existe a IA de verdade, que é a AGI, o programador sempre vai existir. A partir do momento que surgir a AGI, aí não só o programador sempre vai existir. A partir do momento que surgir a AGI, aí não só o programador, mas diversas outras produções vão acabar. Porque aí a IA vai conseguir pensar por conta própria e a gente pode até pensar aí seria uma coisa mais fundamental humana, que pode até... Seria a questão quase do... do apocalipse. E para um Matrix da vida, a gente está em guerra com a base das máquinas. Mas enquanto isso não acontecer, que eu ainda acho que, pelo que eu vejo, a gente ainda está, pelo menos, décadas para isso acontecer, a não ser que tenha uma evolução muito grande em computação quântica e outras coisas que a gente consegue dar um espaço muito grande, mas no futuro, pelo menos nessas duas, três décadas para frente, eu não consigo imaginar nisso. Esse machine learning, essas dadas que a gente tem, ela vai aprimorar, vai ajudar em certas tarefas específicas, mas são coisas que vai que estão vindo para auxiliar nós. Quem vai ficar para trás é quem não conseguir também usar essas ferramentas. E também tem o grande conceito além disso que grandes empresas já estão até vendo, que é a questão de privacidade. Se você usar o chat GPT, você está entregando os dados que você usa da sua empresa para uma empresa terceira. Então, você trazer todo esse conhecimento para dentro da sua empresa, por enquanto ainda são só empresas muito grandes que tem um financeiro bom pra conseguir rodar isso por conta própria, dentro de casa pra não vazar informação pra terceiros, não vazar dados confidenciais, igual já vazou lá, teve um caso da Samsung e de outros que vazou dados lá pra dentro, então é até perigoso, eu falo assim, pra quem trabalha dentro de empresas que tem conceito, toma muito cuidado em usar isso dentro da sua empresa de você não vazar informações necessárias que isso pode prejudicar seu emprego. Então, é... Trouxe só mais informação, por mais eu concordo com boa parte do que o pessoal falou. Show, show, maravilha. Lucas Goiz. Opa, bom noite, pessoal. Gosto também de um pouco de tudo que o pessoal falou aí. Eu acredito que a IA não vai substituir, mas no sentido de fazer o nosso trabalho, exatamente. Porque, pensa assim, será que alguma empresa vai arriscar colocar uma feature em produção feita pela IA? E se der algum problema e prejudicar? A culpa vai ser de quem? De quem vai ser a culpa? E se for um sistema crítico que pode gerar a morte de uma pessoa? Então, é uma coisa meio difícil, assim. Mas acho que ela vai substituir no sentido produtivo, porque uma pessoa, por exemplo, eu uso o Copilot no dia a dia, e uma tarefa que, sei lá, levava um mês para fazer uma tarefa grande, por exemplo, um mês para fazer na empresa, hoje eu consigo fazer com, sei lá, levava um mês para fazer uma tarefa grande, por exemplo, um mês para fazer na empresa, hoje eu consigo fazer com, sei lá, duas semanas, ou até menos, porque a IA me ajuda a ter mais produtividade. Então, vamos supor que o time precisava de cinco devs para dar conta de todo o trabalho que precisava. Hoje só leva dois devs, por exemplo. Então, de certa forma, substituu três, mas não porque a IA está fazendo o trabalho do programador, mas porque o programador tem mais capacidade produtiva. Então, com dois, a empresa consegue dar conta. Então, acho que é mais nesse sentido, assim, sabe? De diminuir a quantidade de vagas e tal. Mas concordo com a galera também que, cara, vai surgir outros tipos de empre de diminuir a quantidade de vagas e tal, mas concordo com a galera também que, cara, vai surgir outros tipos de emprego também com a IA, sabe? Nada, tudo se transforma, né? Então acho que é nessa linha. Pode chegar num dia e fazer assim, ó, o cliente vai lá, abre um ticket que tem um botão que não tá centralizado. Aí a IA centraliza o botão, tá vendo como que resolve o problema? Um problema que todo mundo sofre com CSS, aí a IA já abre uma PR e alta a prova. Olha que legal. Seria interessante. Ninguém mais tem problema com centralização de div no Insights, né? Cassius Mendes. Eu acho que eu vou discordar um pouco de todo mundo aqui, ao mesmo tempo que concordo, porque eu realmente acredito que a IA vai conseguir substituir o trabalho de criação de código, mas não que isso vá substituir o tipo de trabalho que a gente exerce. Eu acredito que aqui, especialmente nesse MBA, a gente viu muita situação do tipo, a gente tem esse problema, existem X formas de resolver, qual que se adequa mais ao contexto atual do negócio, ao contexto atual da empresa, dadas restrições. Esse tipo de situação onde não tem uma resposta certa, digamos assim, acho que a IA não conseguiria substituir. Poderia ser assim, alguém foi e decidiu quais restrições, tomar mais precaução, aí dar meio que um... qual é o foco do código, aí avalar e gerar o código. Acho que isso aí, em não muito tempo, uma IA conseguiria resolver. Criar códigos com excelência. Eu acho que até a gente pode sair um pouco dessa discussão atual para ir um pouco anteriormente que falo aí da inteligência artificial. Acho que do Google, que criou um algoritmo de ordenação mais eficiente. Acho que teve uma história dessa recentemente. Acho que a gente pode levantar o tipo de pergunta. O que seria aprender? Será que realmente precisa de dados? Porque acho que a gente não está considerando os tipos de inteligência artificial que existem, os tipos de aprendizado que existem, o contexto de inteligência artificial é muito amplo para a gente bater o martelo assim, não, não vai substituir, não. Eu acho que padrões, identificar padrões, identificar estratégias de realizar uma tarefa lógica, objetiva, acho que a inteligência artificial tem grande chance de substituir a gente, mas não no sentido de criação, não no sentido de... Exatamente isso, ser criativo. Acho que esse é o principal hoje em dia. Tá, show de bola. Maravilha. Essa visão sua é muito importante também. Eu vou comentar ela depois na conclusão. Amanda Marinelli. Oi, gente, boa noite. Eu concordo bastante com o que o pessoal já comentou, assim, e eu acredito que a gente realmente tem que encarar como uma ferramenta, tentar tirar o melhor, assim, da inteligência artificial, pelo menos pensando a curto prazo, assim, né, com o que a gente tem hoje, eu acho que não vai substituir, mas vai fazer a gente transformar a nossa forma de pensar, assim. Para quem é muito técnico e gosta de pensar só naquela solução e esquece muitas vezes de olhar para o negócio, eu acho que vai mudar um pouco isso, assim. A gente vai ser obrigado a olhar para o negócio, ver se aquela solução faz sentido, ir atrás de entender a dor do cliente, para daí poder pedir para uma inteligência artificial executar algo que a gente levaria horas para fazer. E ainda nisso, eu acho que quem mais vai sofrer vai ser o programador júnior, aquele que está tentando entrar no mercado de trabalho. Eu acho que vai ser mais difícil, porque realmente não tem como negar que a produtividade com essas ferramentas, ela aumenta muito, né? Então, ou o mercado vai ter que mudar muito a forma de encarar o júnior ali, pensar nisso como uma forma de treinar e tudo mais, porque por necessidade de mão de obra não vai ser, né? Então, acho que esse vai ser o maior impacto, assim, quem mais vai sofrer vão ser os juninhos mas é, essa é a minha visão, assim Show, maravilha maravilha o próximo aqui, deixa eu ver na fila é o Rodrigo Viegas Opa, tá me ouvindo? Sim, claramente Então, é também vou fazer minhas palavras aí do Gustavo, do pessoal que falou é, concordando em muita coisa, muitos aspectos também vou fazer minhas palavras do Gustavo, do pessoal que falou, concordando em muita coisa, muitos aspectos, discordando em alguns, eu acredito assim, eu não sei que a maioria deve ter formação na área de exatas, a minha formação acadêmica é na área de humanas, eu sou formado em direito, mas já trabalho muitos anos com programação, mais de 15 anos já na estrada Você tem OAB também? Tenho OAB então assim, tem alguns paralelos que eu gostaria de fazer, então por exemplo, uma coisa que o pessoal sempre me fala é pô, nada a ver direito com programação pra mim tem tudo a ver, né, são formas muito similares de você trabalhar abstrações e construir definições, etc., para resolver problemas. Então, você tem códigos, você tem leis, assim como você tem paradigmas de programação, modelos de arquitetura, etc. Então, uma coisa diferente que eu queria trazer para a discussão é, antes de responder a pergunta, pode substituir ou não pode, trazer para a discussão é, antes de responder a pergunta, pode substituir ou não pode? Por definição, IA é especializada. Então, como o Gustavo falou, as pessoas confundem muito esse termo. Enquanto a gente realmente não tiver em vez de AI, tiver uma GI, uma coisa que realmente consiga ter uma espécie de consciência, porque o que diferiria isso? Uma IA, necessariamente, por mais que seja uma GAN, que nem a gente tem o chat GPT, alguma coisa assim, um modelo um pouco mais generalista, ela ainda necessita de modelos. E por mais que ela tenha um alto machine learning, ela vai atrás, ela pluga na internet, ela vai atrás das coisas, mas ela sempre vai estar limitada àqueles padrões, daqueles modelos do qual ela foi treinada. Então, no máximo que ela consegue fazer é retreinar os padrões dela para se atualizar. Mas ela não tem essa questão que a gente estuda, por exemplo, em ciências humanas, em filos que a gente estuda, por exemplo, em ciências humanas, filosofia, sociologia, economia política, esses fundamentos que a gente vai entender da questão humana, que é o seguinte, é a questão da moral, é a questão do julgamento. Então, a não ser que no futuro a gente consiga desenvolver algo, rede generativa ou inteligências específicas para isso, e que consiga explicar a tomada de decisão, que entra também um pouquinho do que foi falado de accountability, de explicação, se uma IA fizer alguma coisa, quem vai ser responsabilizado por isso? Então, hoje a gente já tem esse problema da IA conseguir explicar por que ela tomou aquela decisão de escrever aquele texto ou de escrever aquele código. Então, tem várias questões aí que eu vejo como limitantes de dizer que amanhã ela vai poder substituir o trabalho de um programador. Claro que, óbvio, a gente está nas primeiras versões de chat GPT, de GANs e tal. Então, isso ainda tem muito a evoluir. É só a gente tomar, por exemplo, eu nasci aí no meado dos anos 80. Meado dos anos 80 eu programava com cartão ainda, de ponto. E olha onde a gente já está hoje, com computadores quânticos resolvendo problemas super complexos. Também super especializados, mas já temos esse tipo de tecnologia. Então, quer dizer, em uma geração a gente evoluiu, que a humanidade precisou de 20, 30 gerações para poder evoluir em termos de avanço tecnológico. Então eu não duvido que nas próximas décadas a gente consiga avançar bastante nisso, mas chegar ao ponto de dizer que vai substituir um programador, eu acho que vai levar a atarrar, sabe? Vai dizer assim, o cara para ele entrar nesse ramo de programação ele não vai poder entrar cru, ele vai ter que saber, vai ter que ter muito mais base, mas também vai ter muito mais ajuda, vai ter muito menos erros. Vai ter muito menos erros porque você vai ter várias IAs especializadas para poder trabalhar com vários problemas que já tem padrões você vai ter várias IAs especializadas para poder trabalhar com vários problemas que já têm padrões para serem resolvidos. Questão de teste, questão de code review, que a gente estava falando, padrões de programação. Então, eu acho que nesse sentido vai melhorar. A gente está no hype agora, então o hype é sempre assim, todo mundo fica atordordoado, acha que vai ser o fim do mundo e tal, mas depois vem, o pessoal se acostuma com isso, a gente vai vendo, tem essas outras questões que foram colocadas, que também tem na mídia, na forma como coloca, parece que a IA é aquele ser, o coletivo, o super coletivo que tem aquele negócio, mas na verdade o que eu acho mais que seja tendência é a gente ter múltiplas IAs que vão ser das corporações, IAs de governo, IAs especializadas em vários... os próximos passos. Por mais que sejam GANs e tal, mas GANs mais especializadas em algumas outras coisas. Por quê? Porque ninguém vai querer ficar dando todas as informações, como falou, a gente vai ter um problema aí de direito autoral, problema de vazamento de informações, então, o próprio ser humano, ele vai limitar de forma natural a expansão dessas viagens, e outra coisa também que se a gente fizer um paralelo com o nosso próprio cérebro humano, né, a gente pensa, ah, o cérebro, esse órgão aí que controla tudo, mas na verdade a gente tem lá, né, tem cerebelo, tem hipocampo, a gente tem várias funções dentro do cérebro que em conjunto definem o que é a inteligência, o que é a consciência, o que são as funções básicas, o que é questão de moral, questão de linguagem e por aí vai. Então, eu acho que é avançar para chegar no nível de a gente ter inteligência que vai dizer assim, não, pode substituir, acabou tudo, não precisa mais fazer nada, vamos só focar em profissões que usem nossa criatividade e acabou. Não, acho que isso ainda vai demorar muito tempo para acontecer e o que vai acontecer agora, eu diria que nas próximas décadas é o profissional de programação, de TI, que não souber utilizar esse tipo de ferramenta, ele vai ter um nível de produtividade tão baixo que ele não vai ser contratável. Tipo assim, um cara que não souber usar um copilot da vida, um cara que não souber fazer utilizar uma inteligência artificial pra poder aumentar a produtividade do trabalho dele, ele vai ficar fora, simplesmente. Eu diria que isso é o curto e o médio prazo. Pô, maravilha, maravilha. Futebol. Próximo aqui é o Wesley Araújo. Opa, está me ouvindo aí? Perfeitamente. Então, no caso, a minha deixa já foi dada pelo domingo, já li, porque está todo mundo falando aqui, tipo, ah, no futuro, no futuro, mas, pô, o cara esses dias eu paguei só pra ver ele criando um aplicativo do Uber usando o Bubble. Um outro de 100%, tipo, funciona. Se é o melhor e tal, aí é uma discussão à parte, mas é funcional Então não é tão Futuro assim, né? Mas a gente confunde muito O que diabos é Que a inteligência artificial Faz por trás Já que minha deixa foi gaga Eu vou dar outra A ideia é assim Todo mundo que usa um celular ali vai digitar, escreve uma palavra errada, o teu recorde surge com quatro palavras ao mesmo tempo, sugerindo coisas diferentes, não é? Se você seguir esse princípio, isso é uma inteligência artificial? Não, é uma matriz. Aquela coisa chata de vetor matriz, onde ele vai pegar o que você escreveu, vai jogar uma matriz. Aquela coisa chata de vetor matriz. Onde ele vai pegar o que você escreveu, vai jogar numa matriz e vai ver o que te bate. E vai te devolver as maiores probabilidades. No caso de um tecladinho pequenininho, de 3 a 4. Então, o que nada mais seria um GPT da vida, é um super desse cara. Imagina que ao invés de uma palavra, ele consegue sugerir um texto inteiro. Basicamente, se você pensar, é isso que acontece. É um super vetor de sei lá quantos caras que ele tem. Então, ele tem a capacidade igual a de um corretor ortográfico de te sugerir palavras onde você está errando, inclusive de errar palavras que você acertou, porque se você vai escrever um palavrão, ele muda uma palavra, nada a ver. Então, se você pega esse contexto e coloca numa escala absurda, isso é o GPT. Então, o GPT então hoje é pretendo é ele não vai substituir ou vai e hoje é pretendo é o único no caso desse bambu que eu falei por exemplo que não aplicativo inteiro e é isso e nos comentários no Instagram a galera ficar lá os programadores, tudo trouxa tipo assim é isso, é normal cada um gera um pensamento, mas tipo, já está acontecendo essa etapa mesmo que aos pouquinhos e substitui algo genérico não vai, já substituiu, essa é real então a questão é como isso acontece e quais são as vantagens e desvantagens. Será que esse aplicativo é seguro? Porque não foi você que desenvolveu. Como você vai testar a segurança se ele é vulnerável a alguma coisa? Não foi você que desenvolveu? Ah, mas ele faz o code review. Tá, mas ele criou, ele vai fazer o code review que ele não criou. Então Ah, mas ele faz o Code Review. Tá, mas ele criou, ele vai fazer o Code Review que ele não criou. Então, tipo, entra num debate diferente, sabe? Então, acho que é a primeira vez que faz sentido uma frase para mim. Eu nem concordo, nem discordo com o que vocês falaram. É totalmente contrário. Então, pegando nesse aspecto, a parte que eu mais concordo com todo mundo é a parte da produtividade. Por exemplo, eu tenho um projeto no GitHub lá e toda hora aparece um isso e lá e os caras não fazem a parte de mandar um repro, sabe? Para você reproduzir o erro deles. E quando eles mandam um mínimo que dá, eu jogo no GPT e falo, queria uma forma de reproduzir esse erro aí que o cara mandou, ele faz então, tipo, a minha produtividade aumenta pra caramba e sobre CodeReview eu não diria que ele faria um bom CodeReview, mas um pré ele faria, às vezes você errou uma coisa boba, você não perde tempo com essa coisa boba mais, porque essa parte boba ele já te deu. Se ele falar, ouça, pode ficar perfeito, opa, então agora eu vou revisar porque eu sei que não tá. Sabe? Mas é isso. Ah, show de bola. Maravilha, Wesley. Paulo, é... Cotter? Como é que pronuncia o seu sobrenome? E aí, boa noite, pessoal. É Stalker. Isso mesmo. Stalker, é isso aí. Faz bola. Então, na verdade, eu tive vários pontos interessantes, né? Eu até fui anotando aqui pra dar uma pincelada mais ou menos no que que eu acredito, mas eu acho que é isso mesmo que o pessoal falou ali em relação à galera mais júnior, né? Eu acho que chega o momento que essas aplicações começam a tomar conta dessas coisas mais simples. O cara vai fazer um crude e alguma coisa assim. Isso já acontece hoje. A gente já tem ferramentas que fazem isso. Mas eu acho que essa inteligência artificial que é generativa, que a gente está usando hoje, que é o GPT, ela só consegue reproduzir o que já existe. Então, ela está pegando algumas referências, ela faz um simulacro daquilo que já tem, então entra no GitHub da galera ali, pega aqueles códigos. Então, o que é fácil, no caso, a programação de dia a dia, que existe milhões e milhões de reproduções na internet, ela faz. Isso a gente também pode fazer, né? A gente entra lá no GitHub, faz uma pesquisa ali com algumas palavras-chave, a gente acha um código de alguém também que já fez aquilo. Então, acho que isso ela consegue fazer bem, né? Essa pesquisa em repositórios, de uma maneira mais fácil para entregar a informação de uma maneira mais fácil para te entregar informação, de uma maneira mais fácil. Agora, ela fazer, levar em conta um contexto, o contexto da minha aplicação, o contexto da minha empresa para desenvolver algo novo, ela não vai conseguir fazer. Então, se a gente pedir para ela desenvolver alguma aplicação, vamos levar em conta o Uber, né? Quantos anos se passaram até que alguém teve a ideia de criar o Uber? Então, essa primeira ideia, eu acredito que ela não vai conseguir ter esse intuito de, ah, vou criar algo que ainda não existe. Acho que isso é mais complicado, né? Trazendo mais uma polêmica aqui, o pessoal, o Júnior gosta muito de usar as referências do Uncle Bob, eu acho que é um livro bom para quem está começando, mas, de novo, depende, eu acho que tem muitas regras fixas que existem no Clean Code, que a galera mais senior vai olhar e vai falar, pô, mas depende. Cara, às vezes você tem um método que usa mais de quatro parâmetros. E não está errado. É claro que tem situações e situações. Então, acho que para esses contextos que existe uma regra fixa, existe uma fórmula genérica para fazer algo. Aí o GPT é ótimo, porque você não precisa se preocupar, né, você já tem aquela regra. Mas agora se você quer algo, se você quer melhorar, né, você quer criar um modelo novo, você quer construir alguma coisa ou fazer um upgrade no modelo que já existe, né, eu acho que em pesquisa científica isso é muito evidente, porque esses dias eu tava procurando algumas informações sobre artigos, então eu estava usando o GPT para fazer pesquisa acadêmica, e assim, a confiabilidade dele é complicada, às vezes ele me mandava algum artigo e eu falava assim, cara, beleza, esse é o nome, agora eu quero que você me mande o link o DOI, aí ele ficava me enrolando, me enrolando que esse é o outro problema essas inteligências artificiais elas não sabem dizer não que nem alguns programadores que vão fazer entrevista de emprego, você pergunta alguma coisa, o cara não sabe, mas ele não fala que ele não sabe, então elas vão tentando, elas tentam sempre gerar uma resposta pra você, independente se a resposta tá certa ou tá errada, cara, ela vai tentar te manipular ali, ó, não, não, é isso que eu quis dizer, daí você fala, cara, acho que tá errada essa tua resposta. Ela, tem algumas vezes que ela até se desculpa, ela fala, ah, desculpa, não sei se eu entendi muito bem a tua pergunta, e me dá a mesma resposta. Então, acho que é meio complicado, acho que para substituir o ser humano, até em questão de ética, as soft skills, alguém falou ali mais ou menos essa mesma situação ali, filosofia e tal, eu acho que é bem complicado. Show. Isso me lembra muito quando eu estava aprendendo sobre computação, estava no início da faculdade, o professor explicou a diferença entre software e hardware. Eu acho que para todo mundo isso é muito... Todo mundo sabe a diferença, mas aí é aquela velha analogia que hardware você chuta e software você xinga. Então, tipo, o chat APT é aquela tecnologia ainda por cima que você consegue xingá-la de forma oficial. Você não fica só, você vai chegar lá e você pode falar todas as suas palavrões. Você não me deu a resposta certa, né? Enfim. O último aqui é o Flávio Eduardo. Boa noite, pessoal, Tudo bem? Prometo que não vou estender muito, vou tentar ser breve. Bom, eu acho que no futuro, sim, não sei se em 5, 10 ou em algumas décadas, ela vai acabar substituindo ou mudando a nossa forma de trabalhar. Mas a minha preocupação é como que a sociedade, na próxima geração, vai reagir ao uso do chat GPT. Porque hoje, como a gente já sabe a base, a gente já estuda há um tempo, a gente tem um discernimento suficiente para poder debater com a IA e falar assim, o que você está falando não está certo, o que você está falando está errado, tente de novo, ou mesmo você corrigiu o código que ela nos deu. Porém, a gente sabe que ainda hoje, nós mesmos pesquisamos, ou mesmo um júnior, um estagiário, quando procura, aceita o que ela devolve como verdade absoluta e tenta lá. Às vezes, o código mais feio possível, às vezes, não é da forma mais otimizada. E daqui a 10 anos, 15 anos, será que a forma de educação vai ser baseada nela? será que vai continuar estudando a base? Isso não só na programação, como também nas escolas. Ouvi algumas notícias um tempo atrás que alunos usavam o chat GPT para gerar a redação. Será que ela vai nos ajudar a criar uma geração copia e cola? Tem até jornalistas que já estão usando o chat GPT para poder gerar reportagem. O pessoal não vai ser mais tão racional? Não vai usar isso? Porque se a próxima geração não saber usar a base, ela vai acabar dominando porque ninguém vai saber debater com ela. Essa que é a minha preocupação. Acho que é isso. É só esse raciocínio. De como a sociedade vai usar ela para a educação. Show. Show maravilha. Pessoal, a gente vai dar continuidade assim, mas parabéns pra opinião de todo mundo, realmente, assim, vejam só, poderia ser uma pergunta tão linear e cada um trouxe um ponto de vista muito... trouxeram algumas coisas muito interessantes, então vocês brilharam. Leonan, com você agora. Vocês brilharam. Exatamente, exatamente. Mas eu só quero dividir uma coisa aqui, enquanto vocês estavam falando, eu bem peguei um link aqui e mostrei pra Luiz. Já existe até uma IA que faz code review, tá? Então, os tech leads aí de plantão podem começar a usar menos um problema pra você resolver durante o dia. E a primeira que você me passou ali, inclusive, tem um plano pra, obviamente, pra open source é free, né? Sim. Interessante. Quem tiver interesse, eu vou deixar aqui. Na época que eu tava estudando sobre segurança da informação, estavam falando que tava colocando inteligência artificial para atacar e outra para defender software. É isso aí. Nesse dia vai virar igual o Arnold Schwarzenegger, o filme até se terminou do futuro. Futuro. Ou Matrix, né? Acho que é mais emblemático. Não sei se vocês já deram uma olhada aproveitando aí porque assim, todo mundo eu acho que já pelo menos conhece a história do Matrix, mas dêem uma olhada no Animatrix que são se eu não me engano quatro episódios que são lançados que contam o pré-Matrix e aí você entende porque que os seres humanos brigaram com as máquinas, de onde que surgiu essa história e como que foi o começo ali da destruição do mundo talvez a gente possa passar por isso mas aí você tem que dar como verdade que a gente mora numa simulação, que o mundo é uma simulação a gente pode ainda se tornar uma simulação na frente, quem sabe não sabemos, ou já estamos numa simulação. A gente pode ainda se tornar uma simulação na frente, quem sabe? Não sabemos. Ou já estamos em uma simulação e ninguém sabe também? É uma possibilidade? Ou seja, próximo assunto da dinâmica. Estamos vivendo uma simulação ou não? Ou não. Aí já entra a filosofia. Mais tecnologia do que filosofia.